Thursday, December 03, 2009
Thursday, October 22, 2009
BH Drops II
Depois de quase três anos
Fora do eixo
Dreadful weather
Baião na rampa do Cruzeiro
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Marcelo Rayel
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10/22/2009 11:39:00 PM
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Friday, July 24, 2009
Hoo-ray, Mr. President!
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Marcelo Rayel
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7/24/2009 12:42:00 AM
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Monday, July 13, 2009
Depois do baile
Em reunião agora à noite, o presidente do Santos, Marcelo Teixeira, sinalizou o perfil do sucessor de Mancini. O chefe do poder executivo do clube manifestou preferência por um treinador experiente, com pulso firme para lidar com questões complexas, numa clara alusão ao caso do zagueiro Fabiano Eller. Ficou implícito que Marcelo Teixeira não digeriu bem a leniência de Mancini diante recusa do atleta em participar da partida contra o Sport no sábado, dia 04 de julho.
Pressionado pelos jornalistas, Teixeira não quis revelar qualquer nome para o cargo de técnico do Santos. Nenhum nome foi citado. O dirigente apenas antecipou que a escolha deverá ser bastante criteriosa, uma vez que o desejo dos membros ligados à área de futebol profissional do clube é o de um projeto a longo prazo.
Os dirigentes do alvinegro praiano continuam reunidos nesse momento na sede do clube, à Rua Princesa Isabel, s/n.
Vale a pena lembrar que já na semana passada o clube anunciou Clodoaldo Tavares Santana como novo supervisor de futebol, tendo como braço direito Luiz Antônio Ruas Capella.
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Marcelo Rayel
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7/13/2009 09:11:00 PM
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Thursday, July 09, 2009
(You've been hit by a) Smooth Criminal
Ainda que não sepultado em definitivo (ou até já foi, mas o grande público não sabe ainda quando e onde), vamos aqui a algumas considerações sobre um dos grandes ídolos da cultura pop(ular) do século XX, cujo falecimento ocorreu no dia 25 de junho do corrente ano.
Nascido em 29 de agosto de 1958, na cidade de Gary, um dos principais municípios do condado de Lake, estado de Indiana, Estados Unidos, Michael Joseph Jackson talvez seja uma daquelas existências exemplares nas afirmações de que: a. nem tudo parece o que realmente é, b. nem tudo é capaz de trazer felicidade, c. superações podem ser um pesadelo, d. a técnica (entendida como racionalismo instrumental, Escola de Frankfurt, 1927) pode matar e finalmente, e. um convívio pode matar (ou o inimigo dorme com a gente, como queira).
Michael Jackson foi réu. Nas diversas incursões em tribunais de Los Angeles, Califórnia, por pedofilia. O grotesco, detestável, repulsivo e abominável abuso sexual de crianças não pode ser justificado por sua infância pavorosa e a falta de vivência das várias fases da vida. MJ serve de exemplo quando se queima as famosas etapas da vida. Vivendo coisas erradas na horas erradas. Essas experiências servem de bagagem? É discutível. MJ não teve infância. Viveu sob as violências do pai, Joe Jackson, na agrura de carregar nas costas desde os 5 anos de idade um sucesso retumbante ao redor do planeta que foi o Jackson's Five.Um réu é vítima? Pergunta perigosa de resposta canhestra. Ou no mínimo perturbada. Há pessoas que passaram pelo que MJ passou e não enveredaram pelo mundo do crime, da contravenção ou da falta de pudor completa. Uma frieza de análise no caso dele é complexa. Difícil de alcançar. Porque o alcance da qualidade da técnica debaixo de porrada do pai não é vida para ninguém.
Por que as pessoas correm para a técnica como um ferido é levado para o pronto-socorro? Simples: a. porque uma técnica pode valer sua sobrevivência e consequentemente, b. pode te tirar da merda. Simplesmente porque a técnica faz com que você se sobressaia dos demais, você deixar de ser mais um rostinho condenado na multidão. E tirar os Jacksons da merda foi a profissão de MJ, desde os cinco anos de idade. Sem direito a férias, feriados prolongados, aposentadoria e facilidades previdenciárias.
O médico argentino Dr. Ricardo Hector Ojunian, criador da educação política (no Brasil há 30 anos sob a égide do nome educação emocional), é taxativo em sua afirmação: quando o corpo adoece, ele (o corpo) está dizendo para o paciente que ele (o corpo) não suporta mais a história de vida do sujeito. Vitiligo, cirurgias, achaques, surtos, dor. Dizer que MJ não psicossomatizou sua história de existência é querer me escalar para otário. Era público, era presente, era incontestável.
Michael Joseph Jackson não soube fazer outra coisa na vida a não ser perseguir a técnica. Mas como todos bem sabem, a técnica, fora da humanidade, mata. Porque não é de lavra própria, mas um advento exógeno que rouba o sono, tira a calma, perturba a mente. A doença do século XXI. Quantos de nós não são obrigados a utilizar camisas-de-força nos nossos trabalhos, empurrados a utilização de técnicas que quase sempre não tem nem pé, nem cabeça? Sempre jovens, sempre ativos, sempre dinâmicos, sempre atraentes, onde nunca, nunca se pode envelhecer?
Depois do disco Thriller, de 1982, lançado pelo selo Epic, com produção de Quincy Jones, pensou-se ele chegou no ápice, será impossível fazer algo tão bom quanto esse trabalho. MJ estaria vivo hoje se ele realmente não tivesse se superado ao longo da carreira. Um raio cai duas vezes no mesmo lugar? O que seria muito imporvável, de repente, aconteceu. MJ foi melhor em Moonwalker, filme produzido seis anos depois e mostrou um artista senhor de uma técnica sem igual. 
Dali em diante, o resto da história que já conhecemos bem. Um MJ que surtou. Ficou doente, variando aqui e ali, numa metamorfose contínua e destrutiva. Não deu conta da superação em Moonwalker, da idéia de que podia, sim, não ficar preso à excelência de Thriller. De ser superior às produções, às músicas, a qualidade das composições. Tudo pode, tudo é fluído, tudo vai, tudo vem, tudo é possível. Por que o homem domina a técnica?
E eis que veio, como uma doença silênciosa, os ventos do compact disc, conhecido popularmente como CD. E o que era um clubinho fechado virou massificação de transmissão de músicas (uma vez que o fonograma virou dados) e democratização dos softwares de produção, gravação e edição de sons. Qualquer um no silêncio do quarto de casa produzia um trabalho no mínimo decente. Em sites como o Playlist fica fácil ver que artistas de música hoje não precisam beijar o anel do senhor contratador para por a banda na estrada.
Ou seja, artistas de música hoje são muitos. E proliferam. Estão na Web, nos MP3, nos video-games. O que era raridade num artista e que havia em abundância em MJ começou a passar despercebido em oceanos e mais oceanos de novidade. Às favas com a tradição, às favas com a heráldica, às favas com a raridade.
Só para se ter uma idéia, um homem que vendeu com Thriller algo em torno de 70 milhões de cópias ao redor do globo teve de encher a veia do pescoço para tirar 2 milhões, somente nos Estados Unidos, com seu disco Invincible, de 2001, pela Sony Music. E suas desavenças com o presidente da gravadora, Tommy Mottola, um executivo mais preocupado como executar beldades como Mariah Carey e a mexicana Thalia num quarto escuro, acusado por MJ como um racista de carteirinha, foram a pá de cal e caminho aberto para os escândalos que envolveram o cantor anos a partir dali.
Mas MJ não sabia fazer outra coisa na vida a não ser perseguir a técnica? Mas... Que técnica?
Quem realmente se importava com técnica naquela altura do campeonato. Um dos grandes nomes da Escola de Frankfurt, Theodor Adorno, era enfático em afirmar que a técnica, uma vez oriunda desse bichinho inconstante que é o ser humano, pode desaparecer. Pode cair em desuso, não causar mais o interesse de ninguém. Enfim, MJ estava finalmente perdido, mais do que nunca.
Mas como a herança de sua família fora a chibata e a perseguição à técnica, as dores aumentaram e a paralisia, em vários sentidos, se instalou. Até o defeito final. A última das paralisias. O Rei do Pop levou para a campa um epílogo dolorido e amargo. Fruto das marcas desse convívio esquizofrênico com a família. Porque se os filhos não sabem os danos que causam na cabeça dos pais, os pais também não sabem do quanto contribuem para as grandes derrocadas dos filhos. O que seriam sólidas pilastras na construção de uma personalidade e psiquê saudáveis podem bem encurtar bons anos de vida.
Michael Joseph Jackson, nascido em Gary, Indiana, Estados Unidos, em 29 de agosto de 1958 e morto em Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos, em 25 de junho de 2009, R.I.P. Finally... And last.
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Marcelo Rayel
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7/09/2009 03:12:00 PM
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Tuesday, June 16, 2009
Tomei um dramin e fui à luta...
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Marcelo Rayel
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6/16/2009 09:19:00 PM
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Thursday, June 04, 2009
No éter
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6/04/2009 10:16:00 PM
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Sunday, April 26, 2009
Santos Drops XV
Obituário
O Cines Iporanga 1, 2 e 3 de tempos idos e glórios, viraram uma espécie de borboleta. Deixaram de existir no formato da foto ao lado, para se metamorforizarem num complexo comercial-residencial-shopping, bem mais confortável e com lugar para estacionar. Com a falta de lugar para estacionar no Gonzaga, até que um estacionamento ali cai bem. Mas o glamour de um cinema com portas para à rua que vá às favas.
O Cines Indaiá 1 e 2, mais o Hotel Indaiá. Numa obra de demolição incrível (lembro que morava em Belo Horizonte ainda, quando a demolição começou. Foi tijolo a tijolo de um prédio de 9 andares. Cada vez que eu vinha passar os feriados em Santos, um pedaço a menos do Indaiá). No seu lugar, um prédio de apartamentos. Ainda não sei se haverá os cinemas, como no projeto do Iporanga. Os Cines Atlântico Studio I e II hoje bem servem de Americanas e McDonald's. A entrada desses dois cinemas era um convite a ver o filme. Muito melhor do que uma pífia e horrosa loja de departamentos que vai se favelizando aos poucos, uma vez que as Americanas está migrando para vendas online.
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Marcelo Rayel
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4/26/2009 01:35:00 PM
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